sábado, 20 de março de 2010

Supernova: o sonho dos alquimistas

Texto que achei em um site


http://www.prof2000.pt/users/ajleonardo/segredos/supernova.htm


Desde os primórdios da Humanidade que um objeto de curiosidade dos nossos antepassados se encontra bem acima das suas próprias cabeças. Durante a noite era inevitável olhar para o céu, observando a miríade de pontos luminosos, com brilhos diferentes, que pululam a cúpula celeste. A aparência de todos estes pontos, bem como a semelhança com o Sol, que apenas surgia de dia e ofuscava todos os outros, seria gerador de muitas dúvidas: Qual é a sua constituição? Como tinham sido produzidos? Porque estavam naqueles locais?
A observação das estrelas no firmamento criou a idéia de que estas teriam existido, de forma permanente e imutável, durante toda a eternidade. No entanto, vários acontecimentos contrariavam esta impressão. Um deles ocorreu no ano de 1054: escritos diversos provenientes da China e Japão, relatam o surgimento de uma estrela, nunca antes vista, na constelação Touro. Esta nova estrela depressa se tornou mais brilhante do que qualquer outra, sendo inclusivamente visível durante o dia. Contudo, após cerca de vinte meses de duração, tal como surgiu voltou a perder-se na obscuridade, deixando de ser avistada.
Além do registro de 1054 existem vários registros destas estrelas efêmeras que surgiram na Via Láctea, nomeadamente pelos chineses (532 a.C. e 393, 1006, 1181 d.C.) e pelos astrônomos europeus Tycho Brahe e Johannes Kepler (1572 e 1604).
Estes acontecimentos comprovaram que as estrelas não eram imutáveis, apresentando ciclos de vida. As estrelas que explodem, como a de 1054, são designadas por supernovas.
Na realidade uma supernova corresponde ao fim do ciclo de vida de uma estrela, quando se verifica o seu colapso seguido de explosão. Mas nem todas as estrelas terminam a sua vida de uma forma tão dramática. Todavia, este acontecimento reveste-se de importância extrema para nós, em virtude de se criar a matéria que constitui o nosso planeta e nós próprios.

As estrelas não são pedras grandes ao rubro, como julgava Anaxágoras na Grécia Antiga, mas sim esferas gigantes de hidrogênio e hélio. Estes elementos foram formados nos instantes iniciais da formação do Universo – o Big Bang. Devido à forte atração gravitacional, a temperatura no núcleo estelar é muito elevada, ultrapassando os dez milhões de graus Celsius, o que origina colisões muito violentas entre os núcleos de hidrogênio. Nestas condições ocorre a fusão do hidrogênio em hélio, uma reação termonuclear libertadora de muita energia, que contraria o colapso gravitacional. À medida que a estrela brilha, esta perde energia, compensando a perda pela “combustão” de mais hidrogênio. A duração desta fase estelar depende da massa total da estrela, quanto maior ela for mais rapidamente consome o hidrogênio (o Sol encontra-se, mais ou menos, a meio da sua vida, podendo manter-se nestas condições por mais 4,5 mil milhões de anos). Com a acumulação de hélio no centro da estrela, a temperatura e a densidade do seu núcleo aumentam e, quando se esgotar o hidrogênio, o núcleo da estrela começa a contrair-se, o que gera grandes quantidades de energia que são absorvidas pelas camadas mais exteriores, levando à expansão destas. Verifica-se, então, que a estrela aumenta de tamanho e diminui a sua densidade global enquanto o seu núcleo se contrai. A temperatura à superfície diminui e a estrela transforma-se numa gigante vermelha. Figura 1: Gigante Vermelha

Entretanto, no coração da estrela a temperatura sobe vertiginosamente, ultrapassando os cem milhões de graus Celsius, o que é o ponto de partida para uma nova fase estelar. Embora a fusão do hélio se apresente inicialmente difícil, o aparecimento de um terceiro elemento – o carbono - vai permitir um novo processo de obtenção de energia: a fusão do hélio e carbono em oxigênio. A estrela adquire um novo fôlego e no seu centro acumulam-se o carbono e o oxigênio. Numa camada superior, aquecida pela contração nuclear, o hidrogênio remanescente continua a transformar-se em hélio, pois à superfície, nada se modificou. Cedo se esgotará o hélio no núcleo estelar o que leva a uma nova contração pois a energia libertada não é suficiente para contrabalançar a atração gravitacional.
A massa da estrela é um fator preponderante. Numa estrela com massa idêntica ao do Sol, a formação de um centro de carbono e oxigênio marca o fim da produção de novos elementos. Após a sua dilatação numa gigante vermelha, parte da sua atmosfera é expelida para o espaço numa ou mais conchas de gás concêntricas, à medida que o restante do seu núcleo, devido à contração gravitacional, se converte numa anã branca, que brilha devido à sua elevada temperatura. Resta apenas uma pequena estrela quente, de densidade muito elevada, a princípio envolvida na sua nebulosa (nuvem de gás e poeiras interestelares), resultante do material ejetado, que arrefece com extrema lentidão até se converter numa massa fria e sem luz – uma anã negra. Figura 2: Anã negra

Para estrelas com dez vezes, ou mais, a massa do Sol, a capacidade de produzir novos elementos não termina no oxigênio. A sua fase inicial, até atingir um cerne de carbono e oxigênio, é muito parecida com as estrelas de menor massa, embora muito mais rápida. Porém, a partir desse momento, a sua evolução torna-se distinta. Devido à massa elevada, o peso das camadas superiores reforça a contração do núcleo de carbono e oxigênio, retomando o aumento da temperatura para valores muito mais elevados que irão permitir a fusão do carbono, gerando novos elementos, tais como o néon, o sódio, o magnésio, o alumínio e o silício (e em quantidades menores o fósforo e o enxofre), libertando mais energia. Após esta fase, os novos aumentos de temperatura tornam possíveis as fusões do néon e silício. Assim, vão sendo produzidos, sucessivamente, os elementos mais pesados, adquirindo a estrela uma estrutura em camadas, tal como uma cebola, com temperaturas decrescentes no sentido da superfície.
Ocorrem vários processos de fusão contudo, a formação do ferro pela fusão do silício marca um limite na fornalha nuclear. Enquanto todos os processos de fusão até ao ferro libertam energia, a produção de elementos mais pesados consome energia (nas centrais nucleares a energia é obtida, não pela fusão mas pela cisão de núcleos de urânio – cisão ou fissão nuclear), pelo que, quando a estrela atinge um núcleo de ferro, verifica uma situação de ruptura. O colapso é inevitável. A súbita paragem na libertação de energia, no coração da estrela, gera uma onda de choque que se propaga às regiões exteriores, provocando a explosão da estrela (supernova).
A onda de choque gerada irá permitir variadíssimas reações nucleares, algumas das quais originam os elementos mais pesados que o ferro, tais como a prata, o estanho, o ouro, o chumbo, o urânio e outros. Todo este material é ejetado para o espaço interestelar, completando-se o sonho dos alquimistas. O que resta da estrela, na sequência da explosão da supernova, implode devido à atração gravitacional, resultando, em geral, numa estrutura com densidade elevadíssima designada por estrela de nêutrons (ou pulsar). Para estrelas de massa muito elevada, nada impedirá o colapso gravitacional final, formando-se um buraco negro. Como resultado da elevadíssima gravidade, nada permite travar o processo de colapso, formando-se um objetos que absorve tudo, até mesmo a luz e cujo volume tende para zero e a densidade para valores infinitamente grandes. Figura 3: Supernova

O formação do sistema solar terá sido desencadeada pela ‘explosão’ de uma estrela. A onda de choque proveniente de uma supernova, transportando todos os novos elementos recentemente sintetizados, perturba uma nuvem interestelar de gases e poeiras (nebulosa). Esta perturbação conduz ao colapso gravitacional da nebulosa. A contração da nebulosa é acompanhada por um aumento de temperatura e por uma aceleração da sua rotação, de tal forma que no centro se acumulam os gases que irão dar origem a uma protoestrela que evoluirá para a formação do Sol. A contração do proto-Sol deixa para trás um disco de material que se agrega, devido a forças gravíticas, a partir do qual se forma o sistema planetário. O surgimento dos planetas depende da estabilização das poeiras em órbitas definidas em torno do Sol. Estas poeiras são constituídas por pequenos grãos de matéria condensada que, quando colidem, fundem-se, promovendo o seu crescimento. A ocorrência continuada destas colisões conduz à formação de objetos maiores (planetesimais) e, em última análise, dos planetas constituintes do sistema solar. Com a formação do Sol advêm ventos solares que lançam no espaço os restos não agregados da nebulosa.
Toda a matéria que forma o nosso planeta teve origem numa estrela. Os blocos com os quais se constituem as moléculas que sustentam a vida foram formados na fornalha nuclear estelar. É por isso que nos podemos considerar feitos de “pó das estrelas”.


quarta-feira, 17 de março de 2010

Pelo amor à agua


Pelo Amor à Água(Flow: For Love of Water)(EUA, 2008, 83min. - Direção: Irena Salina)


Essencial! Um excelente documentário ativista.Nosso planeta vive através da água. Nos seres humanos somos 70% constituídos de água.Hoje estamos contaminando de forma violenta quase todas as nossas reservas de água potável. Dejetos humanos ou de criações, hormônios, produtos farmacêuticos, pesticidas e uma infinidade de produtos químicos são lançados em nossos mananciais, rios e córregos. A ciência ainda não sabe tudo o que essa contaminação causa ao nosso organismo.A produção de alimentos associada aos insumos químicos consome 5 vezes mais água para poder dissolvê-los. Essa combinação, água e químicos, é desastrosa. No mundo todo cresce o número de nascimentos de fetos com má-formação, problemas de fertilidade, câncer, etc.Toxinas do mundo civilizado são encontradas até nos animais e esquimós do ártico.40% dos vírus e bactérias estomacais vem da água "tratada".Mas talvez o descaso de muitos governos em relação à água não seja incompetência: a escassez define o valor de um bem, sendo assim, há muitos grupos interessados em lucrar com o fornecimento de algo precioso. No mundo começa a luta popular a favor da água e contra as corporações que querem se apropriar dela. Bolívia, Índia, Tailândia, África, México Argentina, Equador e EUA: em muitos lugares do mundo nascem forças capazes de salvar o destino na humanidade.O Documentário também apresenta formas inovadoras de se conseguir água potável a baixo custo.





segunda-feira, 1 de março de 2010

Menino ou Menina: Como a química pode contribuir com essa escolha?



Vários casais sonham com a possibilidade de escolher o sexo de seu filho, e a química tem um método que aumenta a probabilidade do acerto.

Aprendemos que a vagina saudável possui um pH ácido variando entre 3,8 e 4,2. Essa acidez é uma espécie de proteção que ajuda a impedir o espermatozóide de chegar ao óvulo.


Agora olhando o outro lado da situação, os espermatozóides responsáveis pelo material genético masculino são mais rápidos e ágeis, mas são menos resistentes ao pH da vagina. Já os espermatozóides responsáveis pelo material genético feminino são mais lentos e mais resistentes ao pH da vagina.


Então temos as dicas:


Para que nasça um Menino:


Dilua bicarbonato de sódio em água na proporção de 1 colher de sopa em 1 litro de água e faça a lavagem da vagina alguma horas antes da relação sexual.

O bicarbonato deixará o pH da vagina alcalino, facilitando a vitória do espermatozóide masculino.

Para que nasça uma Menina:


Dilua 1 colher de sopa de vinagre em 1 litro de água e faça a lavagem da vagina algumas horas antes da relação sexual.

Para as duas dicas terem mais efeito aconselha-se utilizar uma combinação de vários fatores que irá favorecer o espermatozóide com o material genético desejável...

Essas dicas não garantem o sexo do bebê, mas dizem que funciona aumentando a chance da criança nascer com sexo desejado.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Química e charutos cubanos


Procurando sobre a química dos charutos eu encontrei no QMCWEB essa notícia



Atestado químico para charutos cubanos! Graças ao recente trabalho de uma equipe de químicos

do serviço alfandegário canadense, os charutos falsificados estão com os dias contados. Os cientistas desenvolveram um teste para identificar o verdadeiro tabaco cubano - uma assinatura química única, só encontrada nas folhas que foram plantadas, colhidas e manufaturadas em Cuba.
A técnica de análise foi desenvolvida por Lay-Keow Ng e seus colegas, todos pesquisadores no Canada Customs and Revenue Agency. "Tobacco contains a very, very, complex mixture of chemicals," explica Ng. Embora todos os charutos sejam feitos com folhas da mesma espécie de tabaco, a concentração de certos compostos químicos - especialmente alguns ácidos orgânicos - depende muito do local onde a planta nasceu e da maneira como ela foi manufaturada. O grupo de Ng identificou 8 ácidos carboxílicos que ocorrem em uma razão característica nos charutos cubanos - esta razão é diferente em outros charutos. A evidência é tão clara que já está sendo utilizada como prova em casos de venda de charutos falsificados, no Canadá. O teste, sem dúvida, é muito eficaz. Mas não é capaz de dizer, por exemplo, se o charuto cubano é de fato um Montecristo ou não...


Mais uma vez a química a favor da justiça!!!! ;)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

"De la Servitude Moderne" Da Servidão Moderna


Direção: Jean-François Brient

A servidão moderna é uma escravidão voluntária, consentida pela multidão de escravos que se arrastam pela face da terra. Eles mesmos compram as mercadorias que os escravizam cada vez mais. Eles mesmos procuram um trabalho cada vez mais alienante que lhes é dado, se demonstram estar suficientemente domados. Eles mesmos escolhem os mestres a quem deverão servir. Para que esta tragédia absurda possa ter lugar, foi necessário tirar desta classe a consciência de sua exploração e de sua alienação. Aí está a estranha modernidade da nossa época. Contrariamente aos escravos da antiguidade, aos servos da Idade média e aos operários das primeiras revoluções industriais, estamos hoje em dia frente a uma classe totalmente escravizada, só que não sabe, ou melhor, não quer saber. Eles ignoram o que deveria ser a única e legítima reação dos explorados. Aceitam sem discutir a vida lamentável que se planejou para eles. A renúncia e a resignação são a fonte de sua desgraça.


Parte 1




Parte 2




Parte 3




Parte 4




Parte 5 (Final)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Tatuagens explosivas


Há um tempo fiz a postagem sobre a "química das tatuagens", na qual eu descrevia algumas substâncias presentes nas tintas de tatuagem.

Há um tempo tambem, assistindo CSI, ou House, agora não lembro, teve um episódio que um cara todo tatuado entrou em um aparelho de ressonância magnética. Nesse caso o que ele sentiu foi dor em cada tatuagem que ele tinha, inclusive no rosto, mas nenhuma explosão aconteceu.

Vejam o caçadores de mitos sobre Tatuagens explosivas!



Caçadores de Mitos: Tatuagem Explosiva?
Caçadores de Mitos: Tatuagem Explosiva?

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Água




Imagem 1:

Descrição da image:




Elementos da imagem: Água e Planeta Terra


A imagem possui a água respingando como se o planeta terra como se ele estivesse caindo nela.




Vamos pensar em trabalhar o tema água. Pouco criativo não é ? Todos já abordaram o tema água. Mas peço-lhes que reflitam sobre esse tema em cima dos sete saberes que Edgar Morin estabelece como "para a educação do futuro".




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1) É necessário introduzir e desenvolver na educação o estudo das características cerebrais, mentais, culturais dos conhecimentos humanos, de seus processos e modalidades, das disposições
tanto psíquicas quanto culturais que o conduzem ao erro ou à ilusão.





2) É necessário desenvolver a aptidão natural do espírito humano para situar todas essas informações em um contexto e um conjunto. É preciso ensinar os métodos que permitam estabelecer as relações mútuas e as influências recíprocas entre as partes e o todo em um mundo complexo.




3) O ser humano é a um só tempo físico, biológico, psíquico, cultural, social, histórico. Esta unidade complexa da natureza humana é totalmente desintegrada na educação por meio das disciplinas, tendo-se tornado impossível aprender o que significa ser humano. É preciso restaurá-la, de modo que cada um, onde quer que se encontre, tome conhecimento e consciência,
ao mesmo tempo, de sua identidade complexa e desua identidade comum a todos os outros humanos.




4) Será preciso indicar o complexo de crise planetária que marca o século XX, mostrando que todos os seres humanos, confrontados de agora em diante aos mesmos problemas de vida e de morte, partilham um destino comum.




5) Seria preciso ensinar princípios de estratégia que permitiriam enfrentar os imprevistos, o inesperado e a incerteza, e modificar seu desenvolvimento, em virtude das informações adquiridas ao longo do tempo. É preciso aprender a navegar em um oceano de incertezas em meio a arquipélagos de certeza.




6) A compreensão é a um só tempo meio e fim da comunicação humana. Entretanto, a educação para a compreensão está ausente do ensino. O planeta necessita, em todos os sentidos, de compreensão mútua. Considerando a importância da educação para a compreensão, em todos os níveis educativos e em todas as idades, o desenvolvimento da compreensão pede a reforma das mentalidades. Esta deve ser a obra para a educação do futuro.


7) A educação deve conduzir à “antropo-ética”, levando em conta o caráter ternário da condição humana, que é ser ao mesmo tempo indivíduo/sociedade/espécie. Nesse sentido, a ética indivíduo/espécie necessita do controle mútuo da sociedade pelo indivíduo e do indivíduo pela sociedade, ou seja, a democracia; a ética indivíduo/espécie convoca, ao século XXI, a cidadania terrestre.



As reflexões são muito mais profundas do que o colocado nesse espaço, mas esse resumo consegue estruturar nosso pensamento.

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Ao tratar o simples tema "Água", uma vez que vivemos no planeta água, é importante trabalhar aspectos sociais da água.


Alguma dúvida?

Imagem 2:


Descrição da Imagem:
Dois garotos negros na beira de um rio (rio Niger). Na imagem está presente muita sujeira e mals tratos com o rio.
Legenda da imagem: As águas do delta do rio Niger são usadas para defecar, tomar banho, pescar e despejar o lixo.
Alguma relação com lugares pertos da nossa casa? Começemos pela Baía de Guanabara?
Dessa forma podemos ver o aspecto social existente nesse pequeno tema de 4 letras.
Podemos trabalhar aspectos químicos, sem deixar de dar importancia à parte ética, moral, e de sobrevivência do planeta e no planeta.
Esse é um tema riquíssimo para se trabalhar bio-quimico-fisico-psicologico-social-político-filosófico. Entre muitos outros...
Por fim, água é vida!
E não podemos esquecer que um pequeno tema têm milhoes de abordagens.
obs: Toda a descrição de imagens está sendo feita a partir dessa postagem. Caso algum deficiente visual esteja visitando esse blog através do sistema DOSVOX estarei tentando minimizar a exclusão existente na inclusão.